Seguros e meio ambiente

As previsões mais catastróficas sobre os rumos do clima no mundo podem não se confirmar, mas geram cada vez mais preocupações e prejuízos ao mercado segurador. Hoje, Dia do Meio Ambiente, a sociedade fica mais propensa a discutir forma de prevenir e remediar as alterações climáticas. Os seguros podem se inserir nessa discussão, como forma de garantir a estabilidade em diversos setores da economia mundial. Mas para isso, são cada vez mais freqüentes estudos sobre os impactos do meio ambiente no mercado securitário e os novos tipos de cobertura que podem ser criadas.

A seguradora alemã Allianz, promovem em parceria com a WWF pesquisas que analisam o impacto nos cofres das seguradoras das mudanças climáticas e os possíveis impactos. Segundo o último estudo, apresentado no ano passado, as companhias pagaram, nas últimas três décadas, 15 vezes mais sinistros por conta de desastres climáticos e projeta de 41 bilhões de dólares ao ano em perdas entre 2010 e 2019. Mas enquanto os sinistros crescem ano a ano, resultado principalmente de enchentes, furacões e secas, os níveis de prêmio pouco mudam. Em 2007, o setor de seguros ambientais cresceu apenas 3,3% com relação ao ano anterior.

No Brasil, cada vez mais assolados por catástrofes climáticas, o seguro de riscos ambientais ainda é incipiente. Mesmo assim, já há estudos e encontros sobre  o tema. Em um evento para discutir o tema, organizado pela Funenseg, com a participação de diversos especialistas, como o atuário René Hernande, concluiu que é necessário uma maior fiscalização por parte do governo quanto à aplicação da legislação ambiental brasileira, considerada uma das mais avançadas do mundo e, para o desenvolvimento dos seguro ambiental, uma maior conscientizarão da população sobre o produto.

As pesquisas nessa linha defendem que as companhias de seguro criem alternativas para reduzir os riscos e incentivar os consumidores a adotarem atitudes menos agressivas ao meio ambiente, não apenas no seguros ambientais. No futuro, seria possível dar descontos nas apólices a consumidores que utilizem veículos cuja emissão de gás carbônico, o que também traria ganhos comerciais.

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