Segue trecho do artigo publicado no blogue do Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais da UFRGS, assinado por mim e pelo colega Celso Pontes.
Na onda nacionalista da época, representada no mercado segurador pela criação do Instituto de Resseguros do Brasil (atual IRB-Brasil Re.) dois anos antes, a primeira edição do periódico foi prefaciado por ninguém menos que pelo então presidente da república, o gaúcho Getúlio Vargas. Do rebuscado linguajar utilizado pelo nosso ex-presidente no Editorial (reproduzido em parte a seguir), vê-se da importância estratégica que o Estado atribuía a esta ciência para o seu desenvolvimento e para o bem-estar da população, e que como disse o atuário Severino Garcia Ramos “muito dignificam a profissão do atuário”.
Integra em http://www6.ufrgs.br/daeca/wp/2011/03/70-anos-da-rba-e-da-pesquisa-em-atuaria-no-brasil/




Reconheço que, atualmente, a RBA é a ferramenta mais atuante no desenvolvimento científico da ciência atuarial no Brasil. Algumas universidade desenvolvem simpósios e projetos de pesquisa na área mas a coisa ainda é pouco investida. Cadê o nosso órgão de classe nessas horas? não vejo nenhum incentivo do nosso IBA para o desenvolvimento técnico da ciência atuarial, somente umas palestras e a tal “reserva de mercado” enclausurada na velha caixinha preta.
Provisões, o retorno XD