Agência Estado: Ações terão mais espaço nos planos de previdência

A queda de rentabilidade da renda fixa com as constantes quedas da Taxa Selic, criou uma dificuldade extra para que os gestores possam atingir as metas dos seus planos de previdência. No cenário atual e futuro, a expectativa é que cada vez mais, Fundos de Pensão e Empresas Abertas de Previdência Complementar, aumentem a participação da renda variável nas suas carteiras. A ação é necessária para garantir o cumprimento das metas atuariais, mas perigosa por expor o patrimônio a volatilidade da bolsa de valores.

Hoje, 90% dos ativos do segmento estão aplicados em renda fixa, diz o vice-presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Marco Antonio Rossi. De acordo com a legislação, os planos de previdência privada podem investir até 49% em ações. Mas, com juros extremamente rentáveis, a demanda por esses produtos era pequena.

Ajuda para a reflexão sobre o assunto, observar os exemplos de perdas com a atual crise mundial. No EUA, onde alguns estados permitem aplicação integral em renda variável, muitos pensionistas perderam grande parte de suas economias. Em outros países, o órgão regulador restringiu ainda mais os depósitos neste tipo de aplicação, como é o caso de Portugal, onde o limite passou dos já moderados 33% para 25%, recentemente.

Uma Resposta para “Agência Estado: Ações terão mais espaço nos planos de previdência”

  1. Víctor Taube Diz:

    Verdade!! não tinha parado pra pensar sobre isso…

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